Prefeitura terá programa de segurança alimentar por meio de hortas comunitárias

 

A Prefeitura de São Bernardo do Campo vai implementar um programa de Segurança Alimentar na cidade por meio de hortas comunitárias. Os detalhes do projeto foram apresentados ao prefeito Luiz Marinho durante reunião realizada nesta quinta-feira (18/6) na sede do Executivo por representantes das diversas secretarias envolvidas: Desenvolvimento Econômico e Turismo e Desenvolvimento Social e Cidadania (Sedesc), entre outras áreas.
A ideia é aproveitar terrenos ociosos da cidade, inclusive os espaços utilizados pelas linhas de transmissão da Eletropaulo para desenvolver as hortas comunitárias. Na primeira etapa, os terrenos serão cultivados por 50 profissionais da frente de trabalho. Os alimentos produzidos pelas hortas serão consumidos nas escolas e hospitais municipais e poderão ser vendidos para restaurantes da região. Na segunda etapa do projeto, as pessoas devem trabalhar sob o regime de cooperativa.
Uma das preocupações do prefeito foi a qual público destinar o projeto, que depois de totalmente implementado tem o potencial de gerar renda mensal de cerca de R$ 500. O chefe do Executivo disse que o número de famílias que serão beneficiadas inicialmente não é o mais importante. “Precisamos primeiro estruturar a forma correta para que dê certo”, afirmou, complementando que a iniciativa deve se destinar às pessoas mais carentes, como moradores de rua. “É preciso trabalhar com o povo de rua, dando esperança, oferecendo uma oportunidade. Não podemos pensar nas pessoas que estão com a cabeça no mercado de trabalho. Para elas é preciso dar qualificação. Esse projeto é para pessoas que não têm expectativa nenhuma e que estão totalmente fora do mercado de trabalho”.
Segundo os técnicos da Prefeitura, além de garantir renda para famílias carentes, o projeto de Segurança Alimentar também irá requalificar espaços ociosos nos bairros, promover a educação alimentar e ambiental e um clima de mobilização social. Outro ponto positivo será a utilização do cadastro do projeto para oferecer aos participantes diversos serviços sociais da Administração, como o Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (Mova) e Educação para Jovens e Adultos (Eja).
 


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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