São Bernardo registra aumento na coleta
de lixo reciclável de 4% no primeiro trimestre |
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A Prefeitura de São
Bernardo do Campo, por meio da Seção de Limpeza Pública,
registrou no primeiro trimestre deste ano um aumento de 4% na coleta
de lixo reciclável em relação ao mesmo período
do ano passado. A média mensal neste primeiro trimestre de
recolhimento foi de 148 toneladas, em 2008, no mesmo período,
a média foi de 142 toneladas.
Entre os materiais recolhidos de janeiro a março, a maior
quantidade foi o papel misto (outros tipos de papéis) com
146 toneladas. No mesmo período, foram recolhidos 78 toneladas
de plástico; 74 toneladas de vidro colorido; 39 toneladas
de vidro incolor; 38 toneladas de papelão; 16 toneladas de
garrafas pet; 14 toneladas de alumínio; 8 toneladas de papel
branco e 8 toneladas de outros materiais ferrosos.
O lixo é enviado a dois centros de ecologia da cidade: a
Associação Refazendo, no Bairro Assunção,
e a Associação Raio de Luiz, no Vivaldi. Nos dois
centros os ex-catadores de rua e do extinto Lixão do Alvarenga
fazem a triagem final do lixo reciclável. Os catadores das
associações foram capacitados por meio de parcerias
entre a Prefeitura, a Escola Politécnica da USP (Universidade
de São Paulo), o Sebrae e voluntários da sociedade
civil. Todo este trabalho faz parte do Programa Lixo e Cidadania
da Prefeitura de São Bernardo, que visa preservar o meio
ambiente e gerar trabalho e renda para várias famílias.
O programa coleta seletiva foi implementado em 18 de setembro de
2000 com o objetivo de formar consciência ambiental sustentável.
Para facilitar a entrega voluntária do lixo, a Prefeitura
disponibiliza 203 ecopontos em ruas, praças, escolas, em
todos os bairros da cidade. A entrega voluntária implica,
por parte do cidadão, a capacidade de armazenar e conservar
os resíduos separados em sua casa, até poder deslocar-se
ao ecoponto para depósito do lixo reciclável.
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Os preços médios de novembro
de 2007 em toneladas dos materiais vendidos pela Associação
eram R$ 590,63 e neste primeiro trimestre de 2009 os preços
médios caíram para R$ 332,50 por tonelada. Houve uma
redução de cerca de 78%, devido à crise financeira
internacional. Os valores são: papelão, R$ 170; papel
misto sem comercialização, papel branco, R$ 420; papel
de 2ª, sem comercialização, papel jornal, R$
350; vidro misto, R$ 70; vidro branco, R$ 120; vidro âmbar,
R$ 70; garrafa pet, R$ 650; plástico rígido, R$ 800;
plástico filme, R$ 400; ferro, R$ 150, embalagens longa vida,
R$ 150, e alumínio, R$ 1,5 mil. |
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| Texto:Departamento de Comunicação
– Divisão de Jornalismo SBC |
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