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Este ano a chuva na Represa Billings
alcançou 500 milímetros 112% a mais do que em 2009
na mesma época, esta medição é feita
pela SABESP.
O Nível da água do lado da SABESP subiu a tal ponto
que esta transbordando para o lado do aterro, que normalmente fica
a 1 metro da linha da água.
A imagem mostra como se fosse uma cachoeira.
O Internauta Rogério Chin, registrou e nos permitiu divulgar
as imagens raras deste ponto do Riacho Grande.
Represas ajudam a conter enchentes em São
Paulo
As chuvas fortes das últimas semanas elevaram a quantidade
de água armazenada em várias represas de São
Paulo.
A quantidade de chuva ocorrida em dezembro de 2009 e nos primeiros
dias de janeiro é excepcional.
A água represada nos reservatórios tem ajudado a minimizar
os efeitos das chuvas em muitas cidades, evitando inundações
mais severas nas regiões ribeirinhas.
A operação das represas obedece a normas técnicas
e legais da Agência Nacional de Águas e do Departamento
de Águas do Estado de São Paulo. A Sabesp reitera
o seu compromisso de, no limite da segurança, continuar usando
a capacidade de armazenamento dos reservatórios para minimizar
os efeitos das fortes chuvas que estão causando inundações
em várias partes do Brasil. Para isso está monitorando
em tempo real a chegada de água às represas (pelas
chuvas e rios que as formam) e as vazões necessárias.
O Governo do Estado mobilizou a defesa civil e está convocando
as prefeituras e as defesas civis municipais das regiões
atingidas para atender a população afetada pelas enchentes.
A Sabesp, de forma preventiva, e antevendo o período de chuvas,
tomou a iniciativa de realizar, em setembro de 2009, exercícios
de simulação do descarregamento de represas em quatro
sistemas que abastecem a Região Metropolitana de São
Paulo: Cantareira, Guarapiranga, Alto Tietê e Rio
Grande. Os objetivos foram: avaliar a operação
dos equipamentos de controle de cheias e o fluxo de comunicação
entre os órgãos envolvidos no caso de descarregamento.
Participaram da simulação a Defesa Civil do Estado
e dos municípios envolvidos, as prefeituras e a Emae (Empresa
Metropolitana de Águas e Energia S.A.), esta última
apenas no Sistema Guarapiranga.
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