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Sub prefeitura e AERG prestarão homenagem aos médicos

A Associação dos Empreendedores do Riacho Grande juntamente com a Sub prefeitura, prestarão uma homenagem em comemoração ao dia do médico .
O Evento acontecerá no Restaurante Ramos 29 na Avenida Amazonas,156, no Riacho Grande às 13:00 do dia 31 de Outubro.
No mesmo dia será entregue o título de Sócio Benemérito ao Dr.William Dib, Prefeito de São Bernardo do Campo.

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História da Medicina no Brasil
A Academia Nacional de Medicina é uma instituição médica centenária, fundada no Brasil em 1829 pelo Dr. Souza Meireles sob o nome de Sociedade de Medicina. Posteriormente foi chamada Academia Imperial de Medicina. Recentemente foi presidida pelo dr. Neves Manta. Há 100 membros titulares que ingressam na instituição mediante apresentação de teses científicas. Numa de suas dependências, um pequeno Museu mostra, por exemplo, o primeiro estetoscópio chegado ao Brasil.
Até o século XIX floresciam curandeiros, alguns charlatães, feiticeiros. O primeiro médico prático do Rio de Janeiro foi Aleixo Manuel, o velho, em meados do século XVII. Os caboclos empregavam a vaga medicina dos pagés e os negros, seus amuletos e ervas. Em certas ruas, barbeiros apregoavam drogas, faziam sangrias. Não havia Faculdade de Medicina e os cariocas que desejavam curar seus semelhantes eram obrigados a ir estudar em Coimbra. A medicina do tempo do Primeiro Reinado, embora D. João VI tivesse trazido alguns bons médicos para o Rio de Janeiro, era do ´tipo caseiro´: rodelinhas de limão nas frontes para enxaquecas, suadouros de sabugueiro e quina, para as febres: cataplasmas contra as asmas: antipirina para as dores de cabeça; banhos de malva para as dores nas cadeiras; um ´cordial´ contra a insônia e, para os loucos, o Hospicio, na Praia Vermelha.
O Rio de Janeiro foi sempre no tempo colonial um verdadeiro ´campo experimental´ para remédios, tal sua quantidade. Além de serem imitados os de Portugal, havia especialidades indígenas ou africanas. Na Farmacopéia de Vigier, de 1766, são anotados: para a sífilis, carne de víbora em pó; para a tuberculose pulmonar ou ´chaga de bofe´, açúcar rosado com leite de jumenta ou cabra; para a verminose, raspas de chifre de veado; para a calvície, pomada de gordura humana retirada dos enforcados; nas anginas, pescoço de galo torrado e pulverizado; para panarícios, pasta de minhocas; havia chás feitos com excrementos de gatos e cães, percevejos, urina, carne e pele de sapos e lagartixas. Uma emulsão conhecida como ´da castidade´ era dada a padres e freiras como antiafrodisíaco: levava água de alface, rosas e sementes de papoulas.
O ensino oficial da Medicina começaria em 5 de novembro de 1808 quando, por decreto de D. João VI, foi criada a Escola Anatômico-Cirúrgica e Médica na cidade de Salvador, na Bahia, hoje faculdade de medicina da UFBA e posteriormente foi precursora da Faculdade Nacional de Medicina. Essa faculdade, na rua de Santa Luzia, de 1832 a 1919 se chamou Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Seu primeiro diretor foi o Dr. Guimarães Peixoto. Em 1919, foi transferida para a Praia Vermelha.
A 13 de junho de 1954 o diretor do Instituto Brasileiro de História da Medicina plantou no Jardim Botânico do Rio uma muda vinda da árvore de Hipócrates, multimilenar, que ainda existe na ilha de Cós, na Grécia.
 
18/10 - Dia do Médico
Nesta data comemora-se também o dia de " São Lucas", padroeiro desses profissionais. O santo nasceu em Antioquia (atual Turquia), em família pagã e converteu-se ao cristianismo. Era médico e curou muitas pessoas pelos locais por onde passou. Morreu aos 80 anos e seus restos mortais estão na Basílica de Santa Justina, em Pádua, na Itália.
 
 
 

 
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Riacho Grande - São Bernardo do Campo/SP - 2007