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Lei do deputado estadual Giba Marson -
PV, a ser ainda regulamentada, que criou
um canal de comunicação com o público
para denúncias ou para regularização de
situações ambientais existentes.
A
ligação é gratuita e permite que o
cidadão cobre e acompanhe seu pedido ou
denúncia sem se identificar.
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De acordo com o artigo 225 da
Constituição Federal ,
“todos têm
direito ao Meio Ambiente ecologicamente
equilibrado, bem de uso comum do povo e
essencial à sadia qualidade de vida,
impondo-se ao Poder Público e à
coletividade o dever de defendê-lo e
preservá-lo para as presentes e futuras
gerações”.
Ou seja, temos o dever de zelar,
fiscalizar e denunciar as agressões
contra o meio ambiente para que ele
permaneça em perfeito e constante
equilíbrio a fim de garantir a
continuidade da vida no planeta.
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São muitas as instâncias onde o cidadão
pode denunciar um crime ambiental ou
pedir a regularização de uma situação
ambientalmente imprópria. Desde a
delegacia de polícia do bairro ao
Congresso Nacional. Há também o Poder
Judiciário e os vários ministérios,
secretarias e outros órgãos
governamentais que podem acolher tais
demandas. Porém são caminhos difíceis,
lentos e nem sempre isentos de
influências externas.
Por isso, temos uma lei já aprovada que
cria a Ouvidoria Ambiental do Estado de
São Paulo, que atuará com grande
independência, pois o ouvidor será
eleito por conselheiros ambientais de
todo o estado. Esta lei, que facilitará
em muito a vida do cidadão consciente e
preocupado com a natureza, ainda não foi
regulamentada, mas já existe um telefone
provisório e uma equipe atuando nos
moldes previstos.
Informamos ainda abaixo os
telefones e endereços dos ministérios
públicos federal e estadual que atuam
também com grande independência na
defesa do interesse público.
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Rua Peixoto Gomide, 768 – Cerqueira
César
CEP 01409-904 – São Paulo – SP
Fone: (11) 3253-7800
www.prsp.mpf.gov.br |
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Rua Riachuelo, 115 – Centro
CEP 01007-904 – São Paulo – SP
Fone: (11) 3119-9000
www.mp.sp.gov.br |
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Poluição das águas |
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Queimadas |
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Morte de peixes,
extinção de espécies, aumento da
população de mosquitos e outros insetos,
contaminação do fundo de rios
e represas, crescimento de algas e
comprometimento irreversível da
qualidade das águas, fauna e flora.
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Alteração do solo,
extinção de
fauna e flora, assoreamento
de rios, desertificação, poluição
do ar, destruição da camada
de ozônio e efeito estufa –
doenças respiratórias, de pele
e aquecimento do planeta. |
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Poluição do ar |
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Corte de árvores |
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Chuva ácida, efeito
estufa que aquece o planeta e destruição
da camada de ozônio que protege a terra
de raios solares nocivos, além do risco
de inversão térmica que traz os
poluentes de volta para a superfície
tornando a qualidade do ar ainda pior.
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Destruição da biodiversidade,
ou seja, extinção de fauna e
flora, compactação de solo
com prejuízo para os
mananciais, assoreamento
de rios, desertificação
e enchentes – desequilíbrio
ecológico irreversível. |
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Ocupação de mananciais |
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Lixo nas ruas |
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Desmatamento e invasão
de áreas naturais protegidas por lei,
degradação do meio ambiente e da
qualidade de vida, escasseamento e
poluição das águas, extinção de fauna e
flora e desequilíbrio ecológico –-
doenças e proliferação de insetos.
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Lixo nas ruas atrai insetos e
roedores transmissores de
doenças, além de causar
mau cheiro e aspecto
desagradável. O lixo seco,
como plásticos, pode levar
centenas de anos para se
decompor e causam ainda
enchentes e muitos outros
transtornos.
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Tráfico de animais |
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A captura e comércio de animais
silvestres causam extinção de espécies,
desequilíbrio ecológico, atrocidades,
crime organizado, doenças humanas e
veterinárias, além de pragas que atingem
lavouras, reduzindo e encarecendo a
produção de alimentos. |
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Notícias |
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