Dr Willian Dib autoriza instalação de iluminiação pública no bairro Capelinha, Riacho Grande

 

O prefeito de São Bernardo autorizou a instalação de iluminação pública em mais um bairro da cidade. Desta vez o contemplado é o Capelinha, com benefício a 860 famílias, que resulta em 4,3 mil pessoas. A ampliação da iluminação está sendo realizada pela Secretaria de Obras, e está sendo feita dentro do programa de eficientização da iluminação, com lâmpadas que iluminam mais e gastam menos, proporcionando economia de energia.
São 3,4 km de extensão de iluminação, com 112 luminárias. Um acordo entre a comunidade, o Ministério Público e a Prefeitura possibilitou que a Eletropaulo instalasse postes para a ligação da rede elétrica no bairro, o que permitiu que a Prefeitura de São Bernardo executasse o serviço de instalação de iluminação pública no local – trata-se de área de manancial.
Um poço artesiano que está sendo perfurado na região abastecerá a população do Capelinha com água potável. A população do bairro também será beneficiada com serviço de água e esgoto.
Para José Pinto Ribeiro, 83 anos, morador no bairro desde 1975, a instalação foi "ótima". "Beneficiou a gente em tudo. Quando era escuro, era meio duvidoso. Isso aqui ficou um colosso. Foi uma melhora total. Agora estão providenciando água potável pra nós", disse Ribeiro.
Outra moradora que citou a questão da segurança foi Aurenice Galvão Souza Santos, 40 anos, há 12 no bairro. "A gente sai muito cedo para trabalhar, saía no escuro e também chegava, à noite, no escuro. Agora ficou muito bom."
Para quem estuda à noite a falta de iluminação também atrapalhava. Elizete Pereira dos Santos, 20 anos, contou que os alunos voltavam da escola em turma, devido à escuridão. "A gente marcava um horário para sair todo mundo junto", disse Elizete.
Até um orelhão na rua causava problema por causa da falta de iluminação, segundo a moradora Rosemeire Galvão de Souza de Jesus, 28 anos. "As pessoas que vinham telefonar faziam uma bagunça, gritavam para a gente ligar a luz de fora, e com o escuro a gente não sabia quem era. Agora dá para enxergar tudo", afirmou Rosemeire, referindo-se à luz de dentro de casa que era estendida para fora pelos moradores para iluminar a rua.
"Minha mulher sai para trabalhar às 5h30, e saía no meio do escuro. A molecada que chega da escola às 18h30, chegava no escuro", disse Marcos Munhoz, 42 anos, há 14 morador no bairro. "Hoje está bem mais tranqüilo, essa iluminação foi um achado", completou.
 


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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