Início | Acontece | Bares & Restaurantes | Galeria de imagens | Pronto-socorro/ UBS | Ônibus | Caminho da Paz |
 Menu
Utilidade Pública
 Lazer
  Aluguéis











 

 


Peça Motel Paradiso
de Juca de Oliveira, no Cacilda Becker

O espetáculo Motel Paradiso, de Juca de Oliveira, uma comédia de costumes conemporânea e tipicamente brasileira, estreiou no dia 20 de abril, sexta-feira, no Teatro Bibi Ferreira, às 21h30. A direção tem a assinatura de Roberto Lage e o elenco é formado por Bárbara Bruno, Ben-Hur Prado, Cris Bonna, Gerardo Franco, Maria Laura Nogueira, Mauro de Almeida e Raoni Carneiro.
Escrita em 1980, a peça foi totalmente reescrita por Juca de Oliveira, aproveitando a idéia e as personagens. “Esse processo foi fascinante porque me deu a oportunidade de aplicar numa obra já escrita a experiência e a técnica que acumulei nesses 26 anos de ininterrupto trabalho como escritor de teatro. Pude eliminar os defeitos constatados durante a sua longa carreira e refazê-la, não requentá-la”, comenta o autor.
No enredo de Motel Paradiso, a festa para comemorar o aniversário de casamento de um casal é atropelada pela notícia de que o filho engravidou uma menor de idade. A novidade indesejada aproxima as duas famílias, colocando em cheque os valores morais da sociedade e a relação familiar. Com muito senso de humor a peça faz uma reflexão sobre o egoísmo e a ambição, onde prevalece o afeto, a compaixão e a solidariedade.
“A peça aborda a falta de escrúpulos dos homens, detentores dos poderes em nossa sociedade, que se comportam e atuam em busca dos interesses próprios. Hoje, mais que nunca, observamos a exacerbação do individualismo. E Motel Paradiso coloca isto na cara da platéia para que as pessoas reflitam sobre o comportamento da sociedade, inserindo-se nela”, comenta Roberto Lage. “O Juca de Oliveira é um grande autor e ator. O texto é ótimo e tem a embocadura perfeita para os atores”, completa o diretor. Segundo a atriz Bárbara Bruno, “Juca tem uma carpintaria fantástica. E, além do mais, é um grande prazer viver um texto de um autor nacional”. Sobre Lurdes, sua personagem, ela comenta: “Foi um presente poder interpretar, dentro da comédia, uma personagem com uma grande gama de emoções, cujo desenho cênico é tão interessante. Isto me permitiu usar um pouco do método de Stanislavski”.


 

 
 Notícias
 Links

Permitida a reprodução total ou parcial desde que citada a fonte

Riacho Grande - São Bernardo do Campo/SP - 2007